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LED’S e suas funções curativas e embelezadoras

 

 

led

A fototerapia já é um recurso aplicado há muitos anos terapeuticamente.

No final do século XIX surgiu um novo termo e uma nova técnica de interesse: o LED (Light Emitting Diode) ou em português (Diodo Emissor de Luz). Na época de seu surgimento o LED se apresentava como uma promessa revolucionária no segmento de estética para o tratamento da pele, especialmente os tratamentos faciais. Hoje essa promessa revolucionária já é uma realidade.

Os diodos emissores de luz são fontes de luz difusas (não coerentes) com comprimentos de onda variáves (policromáticos) capazes de atingir as organelas celulares ou substâncias alvo (cromóforos), modulando assim suas funções, por isso dizemos que o LED é fotobiomodulador, sua ação modula as funções das células de acordo com as necessidades do tecido, agindo na proliferação celular e também na reparação de células comprometidas. Os LED’S não agem apenas para estimular respostas biológicas, mas estimulam também mecanismos contra regulatórios fisiológicos, por isso alguns LED’S são usados para promover uma ciciatrização mais rápida e melhor dos tecidos devido aos seus efeitos antiinflamatórios e antissépticos.

O recurso torna-se cada vez mais difundido devido à quantidade de possibilidades que abre. Podemos aplicar os LED’S nas áreas de fisioterapia dermatofuncional, onco funcional, ortopédica, neurológica e também na estética. Sua vasta aplicabilidade permite o uso em diversos tratamentos como: acne, psoríase, câncer de pele, linfomas cutâneos, verrugas, rugas e linhas de expressão, cicatrizes diversas (incluindo as de pós operatórios de cirurgias plásticas0

Sua ação estará diretamente ligada ao comprimento de onda escolhido para o tratamento (variando do 405nm – luz visível azul, ao 940nm – infravermelho).

A luz vermelha, por exemplo, tem ação bioestimulante e regeneradora, estimula o rejuvenescimento celular. É bastante utilizada no combate as linhas de expressão e a flacidez, porque estimula a produção de colágeno. É muito utilizada também para cicatrizar os tecidos, ótima para pós operatórios de cirurgias plásticas, evitando o aparecimento de queloides. Seu efeito anti-inflamatório também é muito benéfico nos pós operatórios e em casos de acne ativa.

Já o azul possui um comprimento de onda que favorece sua ação bactericida e oxigenante, sendo muito aplicado em tratamentos de peles acneicas. Auxilia ainda no clareamento de manchas mais superficiais e olheiras.

A luz amarela, ou âmbar, tem ação drenante. Melhora a circulação sanguínea e linfática, auxilia na diminuição de edemas, estimula a hidratação e tem efeito calmante, sendo indicada nas peles sensíveis e até mesmo com rosácea.

O LED infravermelho estimula o colágeno, fortalece o sistema imunológico, auxilia na permeação de cosméticos pois aumenta a permeabilidade da membrana celular.

Outro ponto muito importante sobre os LED’S: a luz também é muito segura, não causa dores e nem desconfortos ou queimaduras, sendo muito bem aceitas nos tratamentos pelos pacientes.

Uma técnica na qual realmente vale a pena investir.

 

 

Lyra – Luz Intensa Pulsada

 

 

Lyra

 

O tratamento com Luz Intensa Pulsada é feito com um aparelho que possui uma lâmpada de flash de alta energia e emite uma luz que gera calor na pele atingindo diferentes alvos: a melanina que provoca manchas e sardas e que também está presente nos pelos do nosso corpo, os vasos sanguíneos que provocam as telangectasias e também o colágeno no caso de tratamentos de rugas e envelhecimento.

O Lyra da Ibramed é um desses equipamentos de LIP e que foi muito aguardado pelos profissionais da área de estética e não é para menos! Um dos grandes diferenciais do aparelho é a lâmpada de vida útil beeem longaaa: 1 MILHÃO DE DISPAROS, excelente custo benefício para quem atende muitos pacientes.

Possui ainda 3 filtros de cortea serem escolhidos de acordo com o tipo de tratamento desejado;

  • Filtro de 640nm: Remoção de pelos
  • Filtro de 530nm: Telangectasias
  • Filtro de 480nm: Manchas e Rejuvenescimento

Quer conhecer um pouco mais sobre o Lyra?

Acesse o link abaixo:

Lyra – Ibramed

Cuidados no clareamento de manchas

 

Finalmente entramos no inverno! A época mais fria do ano é também a ideal para os tratamentos das temíveis melanoses ou em outras palavras insuportáveis manchinhas que nos deixam de cabelo em pé.
As manchas deixam a pele também com aspecto mais envelhecido e por isso vale a pena cuidar!
Mas isso não significa fazer o tratamento de qualquer jeito e sem o acompanhamento de uma profissional, ok meninas? Logo se não é profissional de estética nada de fazer artes em casa viu? Utilize apenas os produtos recomendados pela profissional que cuida da sua pele! E se você é profissional é fundamental avaliar bem a pele antes do procedimento e seguir os protocolos corretamente.
Com prudência e cuidado, os resultados podem ser muito bons.
As dicas abaixo servem para as minhas colegas de trabalho e ajudam a manter o nosso rostinho e de nossas queridas clientes muito bem cuidado!
• Avaliar bem a pele é o 1° ponto. Saber o fototipo da sua cliente é fundamental pois há produtos específicos para cada “cor” de pele. Neste caso especial atenção aos ácidos clareadores. Ex: O ácido kójico é recomendado apenas para as peles mais branquinhas como os fototipos I, II e III, já o mandélico pode ser usado em qualquer fototipo do I ao VI, saber o ácido adequado para cada fototipo é essencial pois as manchas podem até piorar se utilizarmos o produto errado.
• Antes do uso de qualquer despigmentante é necessário preparar a pele, isso significa higienizar com sabonete, leite de limpeza ou emulsão específica para o tipo da pele, e realizar uma boa esfoliação para retirar células mortas e facilitar a entrada do produto na pele, isso pode ser feito por meio de um cosmético esfoliante ou então através de máquinas como o peeling de cristal, peeling de diamante ou ultrassônico.
• Após preparar a pele e escolher corretamente o despigmentante (que pode ou não ser um ácido) está na hora de passa-lo na pele e deixar agir! Aqui cabe um super cuidado: no caso dos ácidos não extrapole no tempo do produto certo? Se o fabricante recomenda o tempo de ação de 10 minutos, nada de deixar 20 minutinhos para um melhor resultado tá? Esses minutinhos a mais podem provocar um intenso frosting na pele, atingir camadas mais profundas da pele (e nós só podemos fazer peelings mais superficiais que atingem a epiderme) além de provocar queimaduras e até piorar ainda mais as manchas da sua cliente que vai ficar uma fera, e aí seu trabalho (por mais bem intencionado que seja vai por água abaixo).
• Respeite a tolerância da pele de sua cliente; alguns ácidos podem provocar muita ardência, se a sensação estiver muito incômoda é melhor retirar tudo com bastante água.
• Se você não se sente a vontade para trabalhar com ácidos e ainda não se qualificou para isso (sim minha amiga, não adianta fugir dos cursos de peelings químicos,viu?) saiba de outros ativos cosméticos que também ajudam a clarear, assim você pode se beneficiar dos benefícios dos seguintes ativos: argila branca, argila cinza, aqua licorice extract PT, alfa arbutin, silício orgânico, Idebenona e outros.
• O lembrete mais importante fica para o final: De nada vai adiantar se depois de tudo isso você se esquecer do filtro solar! Até rimou, é para não esquecer mesmo rsrsrs…
Bjos pessoal e até a próxima.

A beleza de cada raça

Médicos começam a diferenciar a aplicação dos tratamentos de acordo com as características de brancas, negras e asiáticas


Por Cilene Pereira
 

Uma lição aprendida nesses tempos de proliferação de aplicações de toxina botulínica tipo A, conhecida como botox, e de preenchedores é a de que, para ser bom, o resultado precisa respeitar os traços de cada um. Quando isso não acontece, é desastre na certa. Querer usar as substâncias de um mesmo jeito, nos mesmos pontos faciais, é a maneira mais fácil de deixar todos os rostos iguais – na melhor das hipóteses – ou de causar incômodas deformidades, como olhos arregalados ou bochechas salientes demais.

É para evitar a ocorrência de problemas do gênero que a maioria dos bons especialistas não se prende a um manual de aplicação. Ao contrário, observa as peculiaridades de cada rosto. Aos poucos, porém, médicos e cirurgiões plásticos também começam a levar em consideração as características das raças.

Afinal, sabe-se que cada uma apresenta marcas importantes que podem influenciar o resultado dos tratamentos. “É importante respeitar os traços étnicos. Os negros, por exemplo, têm os ossos da região malar mais proeminentes, enquanto nos orientais a face é mais arredondada”, explica o cirurgião plástico Vitório Maddarena Junior, de São Paulo. “Nesses casos, é fundameltal avaliar adequadamente e colocar o ácido hialurônico, por exemplo, em áreas distintas, a fim de se obter harmonia, e não o contrário.” O ácido ao qual o médico se refere é uma das vedetes dos consultórios de beleza. Preenchedor, serve para atenuar sulcos mais profundos, como o chamado bigode chinês (vai do nariz até as laterais da boca e do queixo). É usado ainda para dar volume em áreas como as bochechas.

Também é preciso um cuidado especial na aplicação da toxina botulínica. “Em geral, negros têm uma musculatura frontal mais forte, que requererá um tipo específico de aplicação”, afirma o cirurgião plástico Gustavo Merheb, do Rio de Janeiro. “A diferença é que, como a pele é mais espessa, o músculo precisa de maior quantidade da substância para que o resultado seja satisfatório.” De acordo com o médico, asiáticos e caucasianos possuem uma musculatura frontal mais fragilizada. “Isso também requer mais cautela no momento da aplicação.”
Os pontos de intervenções – e seus objetivos – podem ser distintos. “Para amenizar as rugas da pele branca é recomendada a aplicação de toxina botulínica tipo A e o preenchimento com ácido hialurônico para melhorar os sulcos, entre outros tratamentos”, diz a cirurgiã plástica Cristina Pires Camargo, de São Paulo. Segundo ela, para a pele asiática é indicada a toxina para corrigir as rugas finais ao redor dos olhos (conhecidas como pés de galinha) e aumentar a abertura dos olhos. “Além disso, pode-se fazer o preenchimento para os lábios e maçã do rosto”, afirma. Em relação à pele negra, é preciso tratamento especial na região entre as sobrancelhas. “Esse sulco marca demais a face negra”, diz Cristina.

Outro exemplo claro de diferenças é a vulnerabilidade às manchas. A da pele das pessoas de origem asiática e negra é maior. “Elas mancham facilmente”, explica Cristina. Entre as mais frequentes está o melasma – manchas escuras cujo surgimento está associado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais e desencadeadas pela exposição solar sem proteção adequada. Para esses indivíduos, o cuidado na aplicação dos tratamentos nessas marcas deve ser ainda maior. “Como regra geral, quanto mais clara a pele, mais agressivo pode ser o tratamento”, explica Cristina. “Ao contrário, nas peles negras e asiáticas, corre-se o risco de piorar a mancha se ele for forte demais”, diz. As pessoas brancas, por sua vez, são mais propensas à formação de manchas por causa do excesso de exposição ao sol sem proteção.

Em relação à cicatrização, a carga genética de cada raça apresenta uma influência grande. “Negros e asiáticos possuem maior incidência de queloide”, explica o cirurgião plástico Vitório Maddarena Junior. Queloide é uma cicatrização com excesso de formação de colágeno, resultando em uma cicatriz elevada. Nesse caso, há formas para tentar evitar o problema. Uma delas é o uso da betaterapia. “É um tipo de radioterapia superficial. Mas ela não impede necessariamente a formação dessa cicatriz”, diz o médico.

 

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/116664_A+BELEZA+DE+CADA+RACA

Conheça o produto: HYG5 – Ácido Hialurônico da Peel Line

Acupuntura para Estética

A acupuntura é geralmente associada ao tratamento contra dores, principalmente a lombar. Mas o que poucas pessoas sabem é que, nos últimos anos, a técnica milenar oriental tem mostrados ótimos efeitos no trabalho de melhora estética do corpo e da pele.

A acupuntura estética trata a auto-estima e, de acordo com a ginecologista, obstetra e especialista no assunto Mara Aguera, é capaz de acelerar o metabolismo.

Mara afirma que, quando se perde peso, o corpo todo emagrece, mas na região com gordura localizada a perda é de apenas 10%. “Com a acupuntura estética, corrigimos esse problema realizando a lipólise no local e tonificando a musculatura da pele”, conta.

Se você tem medo de agulhas a acupuntura não é a melhor indicação para você. Mas, se a inserção de finas agulhas em pontos específicos da pele não te traz nenhum incômodo, ela pode ser a solução para vários problemas.

O mesmo princípio pode ser utilizado para tratar rugas, manchas, estrias e celulite. Além disso, a técnica oriental aumenta a imunidade do corpo e equilibra o organismo, cuidando de você de dentro para fora.

Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/acupuntura-pode-ser-usada-fins-esteticos-400786.shtml